Portos do Paraná atuam para aumentar segurança do trabalhador

“Estamos em um ambiente de atividades complexas e que oferecem riscos à segurança das pessoas. Precisamos ter a consciência, a todo momento, que nada é tão urgente que não possa ser realizado garantindo a total segurança da nossa maior riqueza, os nossos colaboradores”, diz o diretor de Meio Ambiente, João Paulo Santana. Ele acrescenta que esta prática é importante para consolidar o comportamento seguro nas atividades portuárias.

De acordo com a metodologia, os profissionais da área de Segurança do Trabalho fazem auditorias diárias, percorrendo rotas de observação planejadas, com foco em identificar e registrar qualquer ação que tenha potencial para causar danos às pessoas e ao meio ambiente.

Alguns dos fatores levados em conta são o uso de equipamento individual de segurança (EPI) – se profissional estiver sem deverá colocá-lo imediatamente; se o trabalhador está em uma posição segura para executar a atividade; e se os colaboradores utilizam o EPI necessário de forma correta para cada tipo de atividade, sem improvisos.

“Verificamos também se os trabalhadores estão seguindo os procedimentos operacionais de forma correta e se possuem um planejamento, se prepararam para desempenhar as atividades com segurança, entre outros”, explica o Engenheiro de Segurança José Sbravatti.

Ele acrescenta que o comportamento do ser humano é um fator muito importante para a prevenção de acidentes. “Todas as decisões do trabalhador têm influência sobre algo ou vão impactar diretamente outras pessoas. Um dos objetivos é trabalhar na conscientização dessas pessoas, principalmente das lideranças, e eliminar a ocorrência de atitudes fora dos padrões de segurança”.

Com os dados coletados a cada visita, ao longo dos meses, os resultados do Índice de Segurança Portuária (ISP) serão monitorados para detectar se as pessoas de uma determinada área estão melhorando os índices de práticas seguras na execução das tarefas diárias.

Segundo Sbravatti, este indicador possibilita mensurar o índice de práticas seguras durante a execução de tarefas, assim como gerenciar quais as categorias em que os desvios comportamentais estão associados, e em quais atividades e locais eles mais ocorrem. “Desta maneira é possível fazer uma análise crítica dos dados e tomar decisões sobre as ações que serão implementadas para a melhoria contínua dos processos”.

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