PROGRAMA “É Doando que se vive” virou lei municipal

Os vereadores da Câmara Municipal de Paranaguá aprovaram, por unanimidade, o projeto de lei de autoria do vereador Waldir Leite que institui, de forma permanente, na rede de ensino municipal a execução do projeto “É doando que se vive”, o qual foi idealizado pelo Ministério Público do Paraná e implementado pelas secretarias municipais de Educação, Comunicação e Saúde nas escolas da rede municipal em 2019.

Com a aprovação da lei, o projeto passa a vigorar como uma política pública municipal e deverá ser anualmente desenvolvido nas escolas municipais. O projeto tem como finalidade tornar o tema da doação de órgãos presente no conhecimento das crianças que estudam na rede municipal de ensino.

A secretária municipal de Educação, Vandecy Dutra, disse que o projeto é um legado deixado às futuras gerações por parte desta atual administração municipal. “Estamos todos muito felizes em poder contribuir com a conscientização das nossas crianças a respeito da doação de órgãos. O programa já é um sucesso e agora, com a lei aprovada, ele será eternizado em nossa rede de ensino para que todas as crianças de Paranaguá cresçam sabendo a importância de também serem doadoras”, disse.

A promotora Camila Adami parabenizou os vereadores pela votação e disse que a cidade terá muitas crianças como agentes conscientes da causa da doação de órgãos. “Sem dúvida, Paranaguá sai na frente neste sentido de buscar pela conscientização atual e futura a respeito de um tema que literalmente salva vidas”, declarou.

O presidente da Casa de Leis, Waldir Leite, fez questão de dizer que a votação, unânime, foi uma demonstração de unidade por parte da Câmara para que fosse atingido um bem comum.

“A partir de agora o programa será um instrumento garantidor da ação como política pública de nossa cidade, fortalecendo-a e garantindo que a mesmo continue a ser desenvolvido ao longo dos anos”, observou o vereador e presidente da Câmara Municipal de Paranaguá.

SOBRE O PROJETO

O Programa “É DOANDO QUE SE VIVE” busca conscientizar crianças que frequentam o 3.º, 4.º e 5.º anos, a fim de prestar informações acerca da importância da doação de órgãos, tecidos e partes do corpo humano para fins de transplante.

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