O poder público precisa atuar para coibir ‘festas clandestinas’, defendem entidades

Eventos em locais pequenos expõem participantes aos riscos de saúde e segurança pessoal e prejudicam empresas estabelecidas

A explosão das “baladas clandestinas” em todo Paraná e Brasil no último final de semana, especialmente em grandes centros urbanos como Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis e Belo Horizonte, mostradas a exaustão pelos participantes nas redes sociais, acendeu a luz de alerta.

Em ambientes pequenos e sem controle de prevenção, centenas de pessoas dançam sem distanciamento, se expondo a riscos de segurança pessoal e da saúde, são um convite à propagação do Coronavírus.

Estas atividades clandestinas geram prejuízos as empresas legalmente constituídas e denigrem o setor de gastronomia e entretenimento, denunciam a Confederação Nacional de Turismo (CNTur) e a Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas (Abrabar).

“Temos acompanhado o crescimento destas festas e atividades clandestinas e isto tem nos preocupado muito”, disse o presidente Fábio Aguayo. Além de atingir negativamente a categoria, cololcam as pessoas e msituação de contaminação pelo Coronavírus e as colocam em risco de segurança pessoal.

“Você não sabe se tem uma saída de emergência, se tem as prevenções”, pontuou. Aguayo lembra o exemplo da boate Kiss de Santa Maria (RS), que pegou fogo na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 matando 242 pessoas devido a falta de saídas de emergência.

Nas imagens das baladas clandestinas em Curitiba, informa Aguayo, apareceram muitos lugares que não são fiscalizados para ter segurança. “Você frequenta um ambiente destes?”, indagou Aguayo. “Cuide de sua saúde, da sua vida, não abasteça isto”.

Campanha
A questão das baladas clandestinas em Curitiba e no Paraná será discutida nesta quarta-feira (13), em audiência a partir das 16h com o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Queremos dar o ponta pé nesta campanha, neste alerta. Frequente locais com responsabilidade, que mantenham a segurança e a prevenção dos Bombeiros. É este o nosso aviso”, concluiu Aguayo.

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