ISAE Coop desenvolve soluções sob medida para cooperativas e já capacitou mais de 7 mil profissionais

Segmento forte da economia brasileira, as cooperativas contam com programas voltados tanto à capacitação de colaboradores quanto à formação de cooperados, essenciais para o modelo de negócio

CURITIBA, 06/08/2020 – Com atuação em diversos ramos, o ISAE Coop, unidade especializada de negócios para o Cooperativismo do ISAE Escola de Negócios, uma das principais instituições de ensino do país, desenvolve soluções customizadas em governança, sustentabilidade e inovação para as cooperativas há 20 anos. Os projetos tratam tanto do modelo de atuação quanto das especificidades de sua forma de gestão, que envolve ​desde os cooperados aos colaboradores das cooperativas. As iniciativas desenvolvidas já atenderam mais de 150 cooperativas, coordenando 700 projetos, com atuação em cidades de 6 estados: Paraná, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Goiás, Rio Grande do Sul e São Paulo.

De acordo com a coordenadora de Soluções Corporativas do ISAE, Danielle Hernandes, a iniciativa recebe sugestões do setor e, também, desenvolve programas voltados às instituições. Entre os projetos desenvolvidos ao longo das últimas duas décadas, estão os programas de Educação Cooperativa (tanto de colaboradores quanto de associados), de formação de conselheiros, fiscais e coordenadores de núcleo, assim como os programas para a formação de lideranças. No total, mais de 7 mil pessoas foram capacitadas em iniciativas de curta, média duração, além de pós-graduação, em cerca de 90 cursos.

“Nós desenvolvemos programas de acordo com a nossa percepção do mercado, mas estamos abertos para receber as demandas das cooperativas e desenhar uma solução específica para elas”, reforça Danielle. O fato de o mercado corporativo tradicional e as cooperativas serem diferentes faz com que as soluções considerem a realidade dessas empresas. “Nem toda escola de negócios compreende isso. Os nossos professores falam a língua do cooperativismo, trabalhando a realidade e com expertise no setor”, explica a coordenadora.

Com mais de 6,8 mil cooperativas, o cooperativismo conta com 14,6 milhões de associados e emprega cerca de 425 mil pessoas no Brasil, de acordo com o Anuário do Cooperativismo Brasileiro de 2019 (baseado em dados de 2018). Ao todo, o ativo total das cooperativas no país soma R$ 351 bilhões – maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) da maioria dos estados brasileiros, apenas São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná produzem mais riquezas do que as cooperativas.

Força nacional em busca de inovação

Três dos principais segmentos cooperativos – agronegócio, crédito e saúde – não perderam o fôlego, inclusive durante as crises econômicas dos últimos anos ou na atual pandemia. “Há, sim, uma rede forte da economia em função das cooperativas. Mesmo durante esta crise, as cooperativas agrícolas estão abrindo vagas para contratação”, afirma o coordenador do Programa de Inovação do ISAE Coop, Thiago Martins Diogo. Os bons resultados, no entanto, não permitem que os olhos sejam fechados para o futuro. Muitas cooperativas estão interessadas em transformar o ambiente de modo a trabalhar de forma ainda mais colaborativa e permitir a inovação, o que pode incrementar os resultados. “Nós desenvolvemos uma metodologia que, além de fomentar a cultura da inovação, dá instrumentos para que as pessoas o façam dentro das cooperativas”, diz.

Na avaliação de Thiago, por se tratar de ambientes multigeracional com muita interdisciplinariedade, as inovações atraem o interesse das cooperativas por serem facilmente perceptíveis em um primeiro momento. “Há oportunidades de inovação em produtos, serviços, processos e no próprio modelo de negócio. É um movimento inicial em processo, que passa por oportunidades de inovações em produtos, serviços e modelo de negócios”, explica. Thiago esclarece que a área de inovação do ISAE Coop auxilia a desmistificar os aspectos ligados à tecnologia e às pessoas. Para muitas empresas, a transformação digital seria um tipo de inovação. “Nós explicamos que a inovação envolve mais o ser humano do que a própria tecnologia em si. Claro que, se não existisse a tecnologia, seria muito mais lento, mas a inovação depende das pessoas”, completa.

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